Olhei para um lado nada vi, olhei para o outro nem teu rastro, dormi do teu lado da cama pra me sentir mais aconchegada. Teu cheiro no travesseiro me fez sonhar. Acordei e não te vi, a tristeza bateu... Chorei cachoeiras de lágrimas infinitas. Liguei pra você, mas não me retornou. O desânimo bateu e o peito dói... Onde andará agora? Será que vai demorar pra voltar? Nem sempre sou poesia, as vezes sou música outras vezes não sou nada. Meu verbo tá conjugado, mas falta um sujeito pra que ele fique certo e esse sujeito é você. Vem me amar amor! Não demora que o meu tempo é curto, amanhã será um novo dia e eu nem sei se vou estar do teu lado.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Vem me amar, amor.
Olhei para um lado nada vi, olhei para o outro nem teu rastro, dormi do teu lado da cama pra me sentir mais aconchegada. Teu cheiro no travesseiro me fez sonhar. Acordei e não te vi, a tristeza bateu... Chorei cachoeiras de lágrimas infinitas. Liguei pra você, mas não me retornou. O desânimo bateu e o peito dói... Onde andará agora? Será que vai demorar pra voltar? Nem sempre sou poesia, as vezes sou música outras vezes não sou nada. Meu verbo tá conjugado, mas falta um sujeito pra que ele fique certo e esse sujeito é você. Vem me amar amor! Não demora que o meu tempo é curto, amanhã será um novo dia e eu nem sei se vou estar do teu lado.
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